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As poeiras de urânio empobrecido
27 de Novembro de 2007 Diseram-lhe que o urânio empobrecido não era perigoso. Agora, 23 anos depois de ter fechado uma fábrica de armamento estadunidense, os trabalhadores e os habitantes sofrem de cancros, e os especialistas afirmam que os seus sofrimentos demonstram que o uso de tais armas é um crime de guerra. Há 50 anos, Tony Ciarfello e os amigos costumavam brincar nos terrenos de uma fábrica de armas de urânio empobrecido, em Colonie, um subúrbio de Albany, no estado de Nova Iorque... Agora os pulmões de Ciarfello têm manchas - uns estranhos tumores redondos que sobressaem 2 ou 3 centímetros. "Aparentemente, ninguém sabe o que são", diz. "Também tive um aneurisma cerebral provocado por algo como um tumor. Estou sempre cansado e há anos que tenho dores terríveis dentro dos ossos das pernas. Caio frequentemente e tenho problemas de coração". Ciarfello, 57 anos, cinco filhos, está incapaz de trabalhar há muitos anos. Parece muito mais velho... O professor Randall, da Universidade de Leicester, vai publicar em breve o resultado de 33 anos de estudos sobre o assunto. A contaminação do urânio empobrecido (DU) mantem-se radioactiva por milhões de anos e é impossível de erradicar, não só do ambiente como dos corpos das pessoas. (RINF.COM )
| 10 razões recentes para a inoperância da conferência de Annapolis
27 de Novembro de 2007 Aqui se apresentam 10 exemplos recentes de razões por que Israel está a mentir quando fala de paz. A poucos dias do começo da conferência de Annapolis, nada se alterou... o que indica que nada se irá alterar no futuro próximo... É triste, mas é verdade. 1º Ver O bloqueio de Gaza fere os direitos educativos de 3.000 estudantes , 23 de Novembro. 2º Ver Aldeia palestiniana dizimada pelas demolições, 22 de Novembro. 3º Ver Restrições labirínticas de movimentos na Margem Ocidental , 22 de Novembro. 4º Ver Idoso palestiniano morre em Gaza porque o exército israelita o impede de se tratar no estrangeiro , 24 de Novembro. 5º Ver Palestiniano morre de deficiência renal devido ao bloqueio de Gaza , 24 de Novembro. 6º Ver Juventude palestiniana deposita poucas esperanças na próxima cimeira , 23 de Novembro. 7º Ver Uma inesgotável reserva de prisioneiros , 22 de Novembro. 8º Ver Colonos israelitas afirmam que não se mexerão, resulte o que resultar de Annapolis , 24 de Novembro. 9º Ver Factos acerca dos cortes de combustível e de electricidade de Israel em Gaza , 23 de Novembro. 10º Ver O mito da paz no Médio Oriente , 23 de Novembro. (desertpeace.blogspot.com)
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Solidariedade exemplar com a Palestina
12 de Novembro de 2007 O presidente socialista da Câmara de Paris, Bertrand Delanoe, acompanhado pela deputada PS Sandrine Mazotier, promoveu a instalação, num jardim daquela cidade, de um outdoor no mínimo indecente. Sob o título "Paris se mobilise pour" [Paris mobiliza-se a favor de], as fotos de três israelitas, com a indicação "detido desde tal data". Na realidade trata-se de 3 soldados do exército de ocupação israelita, detidos no Líbano e na Faixa de Gaza. A instalação foi inaugurada pelo primeiro-ministro de Israel, Olmert. Activistas do grupo CAJPO-Europalestine, de Paris, levaram a cabo uma acção de rua exemplar para denunciar esta escroqueria, afixando a denúncia no próprio outdoor, explicando publicamente todos os seus pormenores e levando, pendurados, cartazes com os nomes de alguns dos milhares de presos palestinianos e de dissidentes israelitas. Vejam aqui o filme desta acção. Europalestine
| Irão acusa os EUA de treinar terroristas jihadistas
31 de Outubro de 2007 Numa entrevista de televisão, em 25 de Outubro de 2007, o ministro iraniano do Interior, Mostafa Pur-Mohammadi, acusou os Estados Unidos de terem instalado este ano campos de jihadistas no Afeganistão e no Iraque. Aí dariam formação de técnicas de terrorismo a mercenários recrutados nos meios sunitas extremistas. Alguns deles seriam enviados para o Irão, com a missão de desestabilizarem o país. VoltaireNet
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França: um senador do PCF aprova o bombardeamento israelita do Líbano em 2006
29 de Outubro de 2007 31 de Outubro de 2007 - NDR: O senador Renar desmente a notícia a seguir e mandou retirar do servidor do CRIF as declarações que lhe são atribuídas. Afirma que, embora tenha realmente qualificado o Hezbollah de "terrorista", não apoiou o bombardeamento do Líbano por Israel. Ou seja, com uma mão alinha com o sionismo e com a outra desalinha. O problema é dele. (TMI-AP) O Conselho Representativo das Organizações Judaicas da França (CRIF) recebeu o senador Ivan Renar, do Partido Comunista Francês, em 10 de Outubro de 2007. Este declarou que "considera o Hezbollah não como uma organização patriótica libanesa mas como um grupo terrorista que actua por conta da Síria e do Irão"; e que "considera justificada a acção militar israelita do Verão de 2006, para fazer parar os bombardeamentos do Hezbollah contra cidades e aldeias de Israel", pode-se ler no website da organização. VoltaireNet
| EUA constroem embaixada-bunker no Iraque
21 de Outubro de 2007 A nova embaixada estadunidense, que está a erguer-se do pó na Zona Verde de Bagdade, baterá todos os recordes. Ocupa uma área de 42 hectares, tanto como o Vaticano, seis vezes a do complexo das Nações Unidas em Nova Iorque e dez vezes a da nova embaixada EUA em Pequim. Diz-se que é a maior embaixada jamais construída pelos Estados Unidos, com um custo previsto de 416 milhões de euros, mas que irá atingir os 525 milhões. Seguramente a mais cara de sempre. Devido a acabamentos não previstos de última hora a embaixada não foi inaugurada, como previsto, em Setembro passado; sê-lo-á no começo do próximo ano, dizem. Der Spiegel / Reuters
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"Uma ONU prostituída tolera violações dos direitos humanos da Palestina"
20 de Outubro de 2007 John Dugard, o observador para os direitos humanos enviado pela ONU aos teritórios palestinianos ocupados por Israel, interpelou a organização mundial, acusando-a de nada fazer para parar as graves violações dos direitos humanos dos palestinianos. Numa entrevista dada à BBC Sunday, Dugard disse que a ONU devia retirar-se do Quarteto de mediação para o Médio Oriente, a menos que eese grupo tome em consideração os direitos humanos dos palestinianos. Dugard disse que a fractura entre a Fatah, que é apoiada por Israel e pelo ocidente, e o Hamas, o movimento islâmico democraticamente eleito, está a ameaçar o direito do povo palestiniano à autodeterminação. Acrescentou que a ONU, em vez de alinhar com uma das facções, que é a Fatah, devia cumprir o seu papel de mediadora. Khalid Suleiman (artigo em inglês: palestine-info.co.uk )
| "Países árabes são estações de gasolina"
20 de Outubro de 2007 Numa mesa redonda na Universidade de Stanford (EUA), o general reformado John Abizaid, ex-comandante do Centcom, disse que, "evidentemente", a guerra do Iraque "tem a ver com o petróleo, não podemos negá-lo". E acrescentou: "Nós tratámos o mundo árabe como um conjunto de grandes estações de gasolina". Este general já defendera anteriormente que os EUA deviam assegurar "uma presença militar a longo prazo no Iraque" para proteger "o livre fluxo de mercadorias e de recursos" tais como o petróleo, mas nunca fora tão claro em assumir publicamente que o petróleo é o principal motivo da guerra. thinkprogress.org / via uruknet.de
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700.000 palestinianos presos desde 1967
12 de Outubro de 2007 Segundo um relatório exaustivo elaborado por Abdul Nasser Farawna, ex-preso, especialista dos Assuntos dos Presos Palestinianos e responsável do serviço de recenseamento no Ministério dos Presos da Autoridade Palestiniana, o Estado de Israel raptou [prendeu] 700.000 palestinianos desde que ocupou os territórios da Palestina em 1967. O relatório declara também que Israel viola os direitos dos presos segundo as leis internacionais em vigor. Fawana escreve que "as prisões israelitas são túmulos para os presos palestinianos", privados dos seus direitos, torturados, isolados e sem acesso a cuidados de saúde. Islamway.com
| Torturas em prisões palestinianas
9 de Outubro de 2007 Fontes próximas do Hamas revelaram que um apoiante do Hamas detido na prisão palestiniana de Al Jnaid, na cidade de Nablus, no norte da Margem Ocidental, foi hospitalizado no domingo depois de ter sido violentamente torturado pelos interrogadores. Vários outros prisioneiros foram recentemente hospitalizados devido a torturas em prisões palestinianas. As fontes declararam que Rashim al-Khattab, de 31 anos, foi transferido para o Hospital Rafidia, em Nablus. Testemunhas oculares informaram que al-Khattab foi levado para o hospital por homens da segurança palestiniana que lhe taparam a cara com um saco preto mas, por coincidência, o irmão dele estava no hospital e conseguiu identificá-lo pelas roupas. IMEMC News
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Conversações da treta?
9 de Outubro de 2007 O fantoche afegão Karzai ofereceu aos talibãs "cargos importantes no governo como forma de pôr fim à resistência crescente" no país. A propaganda infamante sobre conversações de paz, tão eficaz para a mentalidade ocidental, é algo a que os afegãos parecem ser imunes. A Reuters informou-nos: "Karzai disse que o presidente dos EUA, George Bush, e ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apoiaram ambos a ideia de conversações de paz quando com eles se encontrou nos EUA, neste mês. O porta-voz dos talibãs, Qari Mohammed Yousuf disse à Reuters, em local não revelado, que as conversações com Cabul estão fora de questão". The Cat's Dream / Reuters
| Do Iraque à Birmânia: a hipocrisia
9 de Outubro de 2007 A "civilização" ocidental perdeu a vergonha. A hipocrisia tomou o seu lugar. Em 28 de Setembro, ouviu-se o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, na National Public Radio, falar da repulsa do povo britânico pela violência infligida pelo governo birmanês contra o seu povo. Mas Brown nada disse acerca da violência que o governo britânico está a exercer sobre os iraquianos e os afegãos. Também George Bush adoptou uma pose angélica quando declarou: "O mundo está a ver o povo da Birmânia ocupar as ruas para exigir a liberdade, e o povo estadunidense está solidário com essas pessoas corajosas". Bush e Brown não têm a mesma compreensão para com os que, no Iraque e no Afeganistão, exigem a liberdade e o fim da ocupação estrangeira das tropas estadunidenses e britânicas... Paul Craig Roberts, Counterpunch
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Golfo contra divisão do Iraque
1 de Outubro de 2007 O Conselho de Cooperação do Golfo (de que fazem parte Bahrain, Kuwait, Omã, Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos) manifestou-se contra a moção adoptada há dias pelo Senado dos EUA, por 75 votos contra 23 [texto aqui ], defendendo a divisão do Iraque em três entidades separadas. Abdul Rahman al-Attiyah, presidente do CCG, declarou que "esses planos de divisão só viriam complicar uma situação já de si complicada" e que essa moção teria, além disso, um "impacto negativo" na estabilidade regional e internacional. "Em vez de apelar à divisão, deviam preocupar-se com as causas da situação actual: a ocupação liderada pelos EUA, o sistema de separação sectária e étnica, a ausência da lei e da segurança e um governo paralizado", disse. Aswat al-Iraq
| Agora temos o artigo 41
26 de Setembro de 2007 Atravessaram os oceanos, sacaram dos seus biliões, sacrificaram os filhos... para "libertar" os iraquianos... mas o que nós, mulheres do Iraque, ganhámos com isso foi o artigo 41. Em 1959 o governo do Iraque alterou a Lei do Estado Civil. O seu artigo 118 foi incorporado na Constituição. Deu às mulheres do Iraque a mais avançada, até hoje, de todas as leis dos direitos das mulheres em todo o mundo árabe e islâmico. Não à descriminação salarial, não à descriminação vestimentária, as mães separadas conservam a guarda dos filhos enquanto estes forem pequenos, e tantas outras coisas que fizeram da comunidade feminina do Iraque uma das mais avançadas dos Estados árabes e islâmicos da região - desde então... Até sermos, agora, "libertadas". Agora temos o artigo 41. Em síntese, ele diz que devemos ir ter com chefe religioso e ele resolverá os nossos problemas. Porque é que perdemos os nossos direitos? Com que fim nos fizeram recuar até à idade das trevas? Inside Iraq (artigo completo aqui )
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Coincidências: três já foram
21 de Setembro de 2007 Três dos sete GI's que criticaram a guerra do Iraque no New York Times em meados de Agosto já estão mortos. Em 19 de Agosto passado, aquele jornal publicava uma tribuna de sete soldados em missão no Iraque, The War As We Saw It ["A guerra como nós a vimos"]. Transgredindo a "cassete" oficial, o texto reavivou no país a polémica acerca da pertinência da presença militar no Iraque e da necessidade de uma retirada imediata. Três dos "sete sacanas" que assinaram essa tribuna já pagaram pela sua ousadia. O sargento Jeremy Murphy foi atingido na cabeça por um tiro inimigo e tem poucas hipóteses de sobreviver. Depois, os sargentos Omar Mora e Yance T. Gray morreram num acidente de viação em Bagdade, ocorrido na semana passada em circunstâncias imprecisas. A mãe do sargento Omar Mora, a equatoriana Olga Capetillo, exige explicações acerca do "acidente" que custou a vida ao filho. E acaba de conseguir apoio de personalidades do Partido Democrata [dos EUA] VoltaireNet
| A pressa dos amigos
20 de Setembro de 2007 No princípio deste mês, o Governo Regional do Curdistão, no Iraque, anunciou ter firmado um contrato co-produção de petróleo com a companhia texana Hunt Oil. O facto indica que as companhias petrolíferas ocidentais, frustradas com as demoras do governo iraquiano na aprovação de uma lei nacional para o petróleo, estão a optar por fazer contratos com organismos regionais para terem acesso às vastas reservas de petróleo do Iraque. Tão significativa como o contrato é a identidade da companhia em questão. Ray Hunt, presidente executivo da companhia privada Hunt Oil, é um confidente muito próximo do presidente Bush e figura proeminente dos meios políticos e de espionagem dos EUA. WSWS (artigo completo, em inglês, aqui )
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"Forças especiais estrangeiras"?
19 de Setembro de 2007 Acabo de ouvir uma conferência de imprensa do general Petraeus e do embaixador Crocker no National Press Club (onde, a propósito, as perguntas que lhes fizeram foram quase tão inofensivas como as do Congresso). Ao descrever a "desarticulação" de uma célula de bombistas, Petraeus atribuiu esse êxito a "forças especiais estrangeiras", que precisou "não serem estadunidenses nem iraquianas". A quem acham que ele se estava a referir? (tosse-"Israel"-tosse) Left I On The News , via Uruknet
| EUA: Fabricar "terroristas" para depois os "combater"
13 de Setembro de 2007 Segundo a Newsweek ( aqui ), os Estados Unidos planeiam um novo comando estratégico para estender ao Corno de África a "guerra global contra o terrorismo". Já intervieram na Somália - apoiando primeiro os senhores da guerra locais e depois a invasão deste país pela Etiópia - para minar o regime fundamentalista da União dos Tribunais Islâmicos (UTI), que segundo os EUA teria ligações com a al-Qaeda. O site Roads To Iraq comenta: Claro que para combater "terroristas" é preciso primeiro criá-los. Uma reportagem exclusiva da Al-Jazira (árabe) mostra um cidadão estadunidense, num campo de treino da UTI, a dar formação aos jihadistas para o uso de armas e de bombas. Chama-se Abu Mansur al-Amriki ["o americano"]. No vídeo, ele explica que veio dos EUA para a Somália para ajudar os mlitantes e treiná-los. RoadsToIraq.com (artigo completo e vídeo aqui )
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Refugiados iraquianos já não têm para onde fugir
13 de Setembro de 2007 O Alto Comissariado da ONU para os Refugiados declarou que a nova exigência de vistos de entrada por parte da Síria vem bloquear a última saída de refúgio para os iraquianos que fogem da violência no seu país. [Esta decisão] "significa, na prática, que já não existe nenhum lugar seguro fora do Iraque para os iraquianos que fogem à perseguição e à violência. Calcula-se que, em cada dia, 2.000 iraquianos fogem de casa dentro do Iraque, por isso nos preocupa tanto a sua sorte, pois estão muito limitadas as suas opções de lugares seguros", disse Ron Redmond, porta-voz do UNHCR cujo alto-comissário é António Guterres. Notícias completas em UNHCR e Voices of Iraq
| Penas capitais aplicadas sob a ocupação são ilegais
8 de Setembro de 2007 Em 28 de Dezembro de 2006, o juiz Madhat Mahmud informou o 'primeiro-ministro' Maliki de que, a menos que as condenações à morte de Saddam, Barazn e Bandar fossem da responsabilidade da 'Presidência', isto é, de [o 'Presidente'] Talabani e dos dois 'vice-presidentes Mahdi e Hashimi, então as execuções não seriam legais nem constitucionais. As execuções foram realizadas sem essa responsabilização. Uma nova série de penas capitais está eminente, entre elas a de Sultan Hashim, ministro iraquiano da Defesa, e Hussein Rachid, vice-chefe operacional do Estado-Maior. Estes oficiais iraquianos de elite, com excelente reputação entre os seus pares, e no povo iraquiano, tiveram um julgamento irregular, politicamente motivado e com interferência descarada de um governo pró-iraniano. Um decreto do Conselho da Shura, instância jurídica mais elevada do Iraque, publicado em 30 de Agosto último, reitera a posição legal acima referida acerca da pena capital. Imad Khaduri, Free Iraq (artigo de origem, em inglês, aqui ou aqui )
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