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  • Itens por página: Colunas: Ordenar por: AscendenteDescendente

    Cabe aos EUA mudar de política
    Representante da Frente Nacional da Resistência Iraquiana visitou Portugal a convite do TMI
    12 de Abril de 2009
    Manuel Raposo
    A ocupação do Iraque pelas forças dos EUA não é só militar. Sabemos desde início que se trata de um projecto muito mais vasto que tem a ver com todo o Médio Oriente e mesmo com o Mundo. Por isso as forças ocupantes se preocuparam em destruir o Estado e em destroçar as estruturas sociais iraquianas. Tal projecto procurou implantar instituições, modos de vida, práticas políticas trazidas pelos ocupantes norte-americanos. O governo e o parlamento iraquianos impostos pelos EUA, as polícias e as forças armadas iraquianas treinadas e mantidas pelos EUA são instrumentos ao serviço daquele projecto de dominação. O mesmo se pode dizer das leis, dos tratados, dos acordos impostos pelos ocupantes – são meios destinados a garantir os interesses dos EUA no Iraque.
    28 de Março de 2009
    Marcy Newman, Tradução de Joana S. Piedade
    No início de Março quando a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, presidiu a uma conferência de imprensa em Ramallah com Mahmoud Abbas, cujo mandato enquanto presidente da Autoridade Palestiniana terminou oficialmente a 9 de Janeiro, um jornalista do Washington Post perguntou-lhe acerca das 143 casas palestinianas em Jerusalém que Israel pretende demolir nas próximas semanas. A responsável norte-americana disse que “claramente este tipo de actividade não ajuda à paz e não está de acordo com as obrigações previstas no plano de acção acordado”. Enquanto alguns aclamaram estas declarações como uma condenação ao projecto contínuo de limpeza étnica levado a cabo por Israel, para muitos outros a trabalhar no terreno as palavras pareceram insensíveis e levianas. Desde a referida conferência de imprensa, o número de lares palestinianos que Israel pretende ocupar aumentou de 143 para 179.
    27 de Março de 2009
    Livien De Cauter, Tribunal BRussells

    O sexto aniversário da invasão do Iraque é um triste motivo para se fazer o balanço - durante seis anos de ocupação, 1,2 milhões de cidadãos foram mortos, 2.000 professores universitários mortos, e 5.500 académicos e intelectuais assassinados ou presos. Há 4,7 milhões de refugiados: 2,7 milhões no interior do país e 2 milhões fugiram para os países vizinhos, entre os quais 20.000 médicos especialistas. Segundo a Cruz Vermelha, o Iraque é agora um país de viúvas e órfãos: dois milhões de viúvas como resultado duma guerra, dum embargo, de nova guerra com ocupação, e cinco milhões de órfãos, muitos dos quais sem lar (estimam-se em 500,000). Quase um terço das crianças iraquianas sofre de malnutrição. Cerca de 70 por cento das raparigas já não frequentam a escola. Os serviços médicos, não há muito tempo os melhores da região, paralisaram totalmente: 75 por cento dos quadros médicos abandonaram a actividade, metade dos quais fugiram do país e passados seis anos de “reconstrução” os serviços de saúde no Iraque ainda não reúnem os critérios mínimos.

     
    21 de Março de 2009
    Com base em artigo de Bill Van Auken

    Há seis anos, contrariando a opinião pública do seu país, os EUA resolveram mostrar ao mundo o que é “choque e pavor”. Seis anos depois, a guerra de agressão continua. 20 de Março de 2003 marca o início de uma guerra de agressão baseada em mentiras, a pretexto de libertar um povo, lançando-o para uma catástrofe sem fim à vista que ficará para a história como um dos grandes crimes do século.

    Seis anos depois, estimativas credíveis dão conta de um milhão de iraquianos mortos, 15 a 20% da população fugiu, 2 milhões são agora refugiados nos países vizinhos e 2,8 milhões estão deslocados no próprio país.

     
    21 de Março de 2009
    Robert Fisk

    As autoridades afirmam que ele planeou um ataque bombista suicida no parlamento. Os seus companheiros insistem que o MP Iraquiano é um conceituado defensor dos direitos humanos. Entretanto ninguém sabe o que lhe aconteceu.

     
    16 de Março de 2009
    Palestine Monitor
    Depois de demolida a tenda pela polícia israelita, foi uma vez mais reconstruída. Quando do testemunho recolhido no local pela delegação que integrava os membros do Tribunal Iraque, já ia na sexta vez que a tenda era levantada. A firmeza de Umm Kamel é um exemplo de luta contra a tentativa de correr com os palestinianos da sua terra. Silenciar ou pactuar com o que se passa é uma vergonha para qualquer governo.
    14 de Março de 2009
    JCSER, Tradução de Francisca Macias

    Um relatório publicado pela Unidade de Investigação e Documentação de JCSER (Centro de Jerusalém pelos Direitos Sociais e Económicos) divulgava que Silwan vai ser sujeita à maior estratégia israelita em judaizar a cidade e os seus habitantes, através de acções conjuntas do governo, de departamentos israelitas não governamentais e de colonatos judeus.

     
    10 de Março de 2009
    TMI, Tradução de Joana S. Piedade
    Um exemplo: refugiada três vezes desde 1948, depois de lhe demolirem a casa, vive agora numa tenda que o exército israelita já deitou abaixo seis vezes e de novo foi levantada. Umm Kamel é um exemplo vivo de dignidade e resistência
    9 de Março de 2009
    Saed Bannoura - IMEM

    O investigador palestiniano Awni Farawna, especialista em processos de prisões políticas, declarou que o exército israelita sequestrou 7.600 crianças palestinianas, rapazes e raparigas, desde o ano de 2000, 246 das quais ainda estão presas. Pelo menos 200 destas crianças ficaram sob prisão administrativa, sem acusações nem julgamento. Algumas tinham apenas doze anos de idade.

     
    5 de Março de 2009
    Carlos Varea, Paloma Valverde e Ester Sanz, editores

    Ao longo destes anos da ocupação do país, pese embora a inicial oposição mundial à guerra, a comunidade internacional olhou para o lado enquanto o Iraque era destruído desde os seus alicerces,enquanto a sua estrutura social se desintegrava, fruto da violência e do sectarismo que a ocupação e a guerra provocaram.A ocupação do Iraque gerou a maior e mais rápida crise mundial de refugiados das últimas décadas (cerca de cinco milhões de refugiados e deslocados internos) e a violência fez mais de um milhão de vítimas. Diante destes números aterradores o espólio do património do Iraque – que é o de toda a humanidade – ou da sistemática destruição das suas bibliotecas podem servir como epítomes da vontade de destruir também a memória colectiva deste povo, construída, pesem embora as vicissitudes políticas internas e regionais das décadas anteriores, sobre a integração dos cidadãos e a secularização dos seus habitantes”.

     
    26 de Fevereiro de 2009
    Reem Salahi

    Relatório escrito por um membro da delegação da Sociedade Nacional de Advogados, que esteve recentemente em Gaza.

    A história repete-se. Com a chave da sua casa agora demolida, ao pescoço, a mulher palestiniana de meia-idade, de pé à minha frente, tinha sobrevivido à primeira Nakba de 1948  (“ O Dia da Catástrofe “ assinalando o êxodo dos Palestinianos das suas casas com a criação do Estado de Israel)  e resistira à segunda, a Nakba de 2009, mais destruidora e mortífera do que a primeira.

     
    16 de Fevereiro de 2009
    Moussa Abuanim
    «Esta é a primeira guerra feita contra uma população civil confinada», impedida de sair dos cenários de bombardeamentos por quem a bombardeia, disse o ministro conselheiro da Autoridade Palestiniana, Moussa Abuanim, num debate no Porto, na tarde de 31 de Janeiro.
    16 de Fevereiro de 2009
    John Pilger, Tradução de Jorge Azevedo

    Depois de denunciar a deturpação da verdade pela generalidade dos meios de comunicação e o ocultar os crimes cometidos por Israel, John Pilger termina por afirmar que «um dia virá, em que jornalistas e editores poderão ser chamados não apenas para explicar porque não contaram a verdade sobre estes criminosos, mas para se sentarem no banco dos réus ao seu lado.

     
    8 de Fevereiro de 2009
    John Tirman, The Nation
    As terríveis perdas humanas no Iraque: cerca de 1 milhão de mortos, 4.5 milhões de desalojados, 1 a 2 milhões de viúvas, 5 milhões de órfãos. Agora que Bush se foi embora, é hora de os norte-americanos enfrentarem honestamente os danos causados e assumirem as suas responsabilidades. E qual a parte que cabe a Portugal?
    5 de Fevereiro de 2009
    Amnistia Internacional
    O exército israelita utilizou flechettes contra a população civil de Gaza
    Para além de fósforo branco, o exército israelita utilizou uma variedade de armas em áreas muito populosas, nas três semanas de guerra que começou em 27 de Dezembro.
    4 de Fevereiro de 2009
    Dar Babel, BRuxellsTribunal
    A verdade sobre a tortura no Iraque: Centro de Detenção de Tikrit
    2ª Parte
     
    1 de Fevereiro de 2009
    Dar Babel, BRuxellsTribunal
    Tortura em Prisões do Iraque
    Local: Tikrit - Salah al-Din
    25 de Janeiro de 2009
    TMI-AP
    O TMI-AP foi uma das organizações que convocou a manifestação de 24 de Janeiro, no Largo Camões, em Lisboa.
    Em nome do TMI-AP, Manuel Monteiro tomou a palavra, acentuando a necessidade de pormos fim à cumplicidade das autoridades portuguesas no apoio a Israel.
    19 de Janeiro de 2009
    Hisham Abu Taha

    Cidade de Gaza - Os estados árabes acusaram ontem Israel de utilizar munições contendo urânio empobrecido no 22.º dia de guerra em Gaza quando Tel Aviv declarou que retiraria todas as tropas da faixa costeira e enquanto isso Barack Obama é hoje celebrado como presidente dos Estados Unidos.

     
    19 de Janeiro de 2009
    DPA

    Uma delegação da Amnistia Internacional visitou a Faixa de Gaza e encontrou sinais indesmentíveis de largo uso de fósforo branco em zonas civis densamente populosas na cidade de Gaza e no norte.

     

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