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Última actualização desta página às 21:28, dia 10 de Abril de 2013  10 anos de guerra e ocupação no Iraque Em poucas palavras
Estatísticas oficiais: Israel matém em prisão 190 crianças palestinianas9 de Abril de 2012
Israel mantém presas nas suas cadeias cerca de 190 crianças palestinianas, em circunstâncias iguais aos palestinianos adultos detidos. Desde a ocupação militar em 1967 da Cisjordânia e de Gaza pelo exército de Israel, já foram detidas mais de 9000 crianças palestinianas com idade inferior a 18 anos. (Middle East Monitor)
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Lançados quatro rockets sobre o aeroporto da Bagdad30 de Março de 2012
Um grupo da resistência iraquiana lançou quatro rockets sobre o aeorporto de Bagdad, na última terça feira, numa altura em que este se encontrava reforçado de tropas invasoras dos EUA, militares iraquianos e mercenários ao serviço de empresas de segurança, que esperavam a chegada das delegações estrangeiras para a Cimeira da Liga Árabe. (Heyetnet)
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Palestiniana há um mês em greve da fome15 de Março de 2012
Hanna al-Shalabi, presa política palestiniana numa cadeia de Israel, no regime de “prisão administrativa” sem qualquer acusação formulada contra ela, encontra-se em greve da fome desde o dia 16 de Fevereiro. Os seus familiares apelam à realização este sábado, dia 17, de manifestações de apoio por toda a Palestina. (Uruknet)
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Confrontos na Líbia24 de Fevereiro de 2012
Na Líbia, pelo menos 113 pessoas da tribo Toubu e outras 23 da tribo Zwai foram mortas em Kufra, desde que os combates começaram na cidade a 12 de Fevereiro. Segundo declararou o chefe Issa Abdelmajid por telefone à agência AFP, a cidade está cercada há mais de uma semana. (Uruknet)
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NATO mata 8 crianças afegãs10 de Fevereiro de 2012
No dia 8, a aviação da NATO matou, no mínimo, 8 crianças, num bombardeamento à aldeia de Geyawa, distrito de Kapisa, no leste do Afeganistão. Os bombardeamentos foram confirmados por James Williams, um comandante das forças da NATO. (Uruknet)
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Helicóptero da NATO abatido no Afeganistão17 de Janeiro de 2012
De acordo com autoridades locais da província de Helmand, no sul do Afeganistão, um helicóptero da NATO foi abatido no dia 15 por um grupo de resistentes afegãos, tendo morrido os seus três tripulantes. (Uruknet)
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Agir é preciso!
Destaque
TMI Os iraquianos vivem hoje melhor que há 10 anos? Que ganhou o mundo com a destruição do Iraque? Os responsáveis não são julgados porquê? Porque se calam os defensores da guerra? Porque se calam as autoridades portuguesas? As revoltas nos países árabes podem ajudar os povos europeus vitimados pela crise? Intervenções: Eduardo Maia Costa, Guadalupe Magalhães, Manuel Raposo Iniciativa do Tribunal-Iraque (Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque) 13 Abril, sábado, 15h30 Associação 25 de Abril, Rua da Misericórdia 95, Lisboa Apoios: Associação 25 de Abril, Associação Abril, Associação José Afonso-Norte, Comité Mumia Abu-Jamal, Comité Palestina 
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Visor
14 de Outubro de 2011 Tribunal Iraque O agravamento da crise mundial do capitalismo degrada as condições de vida das populações trabalhadoras e aumenta as guerras de agressão. A decadência económica do Ocidente imperialista leva as grandes potências a acentuar a espoliação dos países mais fracos, e a recorrer por sistema à violência militar para usurpar recursos ou para dominar povos que se batem pela independência. A NATO, o mais vasto e poderoso aparelho militar de hoje, junta os interesses das duas maiores potências ocidentais: os EUA e a UE. Esta aliança criminosa está presente em todos os principais conflitos da actualidade: Afeganistão, Iraque e Líbia. Foi também o instrumento para o desmembramento da Jugoslávia, o ataque à Sérvia e a ocupação do Kosovo. As mesmas forças apoiam o Estado racista e militarista de Israel e bloqueiam a independência da Palestina.

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Notícias
28 de Junho de 2012
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10 de Abril de 2012
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6 de Abril de 2012
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4 de Abril de 2012
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31 de Março de 2012
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26 de Março de 2012
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Depoimentos
25 de Março de 2013 TMI Os dez anos decorridos sobre a invasão do Iraque exigem uma evocação e um balanço. Desde 20 de Março de 2003, um milhão e meio de iraquianos morreram em consequência da guerra. Cinco milhões de pessoas estão deslocadas no interior ou no exterior do país. Há um milhão de viúvas e cinco milhões de órfãos. Estes números foram divulgados em Fevereiro de 2012 pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU. 
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18 de Março de 2013 Haifa Zangana Uma década depois da invasão do Iraque pelos EUA, a destruição causada pela ocupação estrangeira e o regime que se seguiu tem tido um enorme impacto na vida diária dos Iraquianos – sendo o exemplo mais inquietante a violência contra as mulheres. Ao mesmo tempo, a política sectária do regime está a forçar as mulheres a abdicar dos seus direitos, arduamente adquiridos, em todos os domínios: emprego, liberdade de circulação, casamento civil, benefícios sociais, e o direito à educação e aos serviços de saúde. 
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11 de Abril de 2012 Saadi Yousif Deixa-me sozinho soldado. Deixa-me na minha cabana de cana flutuante e a minha lança de pesca. Deixa-me os meus pássaros migratórios de plumas verdes. Leva os teus pássaros de ferro rugindo fumegantes e os teus mísseis Tomahawk. Eu não sou teu inimigo. Eu sou aquele que se enterra até aos joelhos nos arrozais. Deixa-me com a minha maldição. Eu não preciso do dia da tua condenação. 
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1 de Abril de 2012 Ross Caputi A morte de civis inocentes não é nada de novo no Afeganistão, mas estas 16 vítimas, nove das quais crianças, foram alegadamente assassinadas por um soldado sem escrúpulos, em vez de os assassinos habituais – ataques com drones, ataques aéreos e balas perdidas. Este incidente provocou a raiva entre os Afegãos e de modo idêntico aos ocidentais. Mas porque é que os ocidentais não ficam igualmente indignados quando os ataques com drones matam famílias inteiras? 
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21 de Março de 2012 Haifa Zangana A “guerra suja” engloba duas definições. Uma, é o “desaparecimento forçado” daqueles que sempre se opuseram a um regime brutal, como na Argentina (1976-1983), quando a junta militar, naquele que auto-intitulou “Processo de Reorganização Nacional”, levou a cabo uma repressão sistemática, dos opositores. É também o que acontece hoje no Baluchistão (Paquistão), onde corpos mutilados e visivelmente torturados continuam a aparecer, entre eles juristas, estudantes e trabalhadores agrícolas. Isto é descrito como a guerra suja secreta do Paquistão. A outra, é a utilização de armas proibidas ou armas de destruição em massa. São apresentadas pelos média e definidas por alguns estados como o tipo de armas usadas pelos grupos ou organizações “terroristas” (frequentemente “islâmicas”), para não mencionar o terrorismo de estado aplicado no Iraque desde a invasão e a ocupação em 2003, a acrescentar ao seu anterior uso em 1991 durante a primeira guerra do Golfo. Qualquer destas definições se aplica ao Iraque. 
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6 de Março de 2012 Muntazir Al-Zaydi Um ladrão que foge com o que roubou a escorregar-lhe do bolso, pode-se esconder dos olhos dos outros mas a sombra da noite não dura muito tempo. Quando o primeiro raio de sol da liberdade brilhar, o rosto repelente dos EUA revelar-se-á. 
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26 de Fevereiro de 2012 Noam Chomsky O declínio dos Estados Unidos entrou há algum tempo numa nova fase: a do declínio autoinfligido. Desde os anos 70 tem havido mudanças significativas na economia dos EUA, à medida que estrategas, estatais e do sector privado, passaram a conduzi-la para a financeirização e para a exportação de unidades industriais. Essas decisões deram início ao círculo vicioso no qual a riqueza e o poder político se tornaram altamente concentrados, os salários dos trabalhadores ficaram estagnados, a carga de trabalho aumentou e o endividamento das famílias também. 
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19 de Fevereiro de 2012 Michel Chossudovsky Presidente e director do Centre for Research on Globalization, Michel Chossudovsky conversou com o i sobre essa possível terceira guerra mundial, de que fala no seu livro “Towards a World War III Scenario: The Dangers of Nuclear War”. Crítico da fortificação militar que os Estados Unidos estão a construir em torno da China, o professor canadiano da Universidade de Otava defende que a opinião pública é fundamental para evitar uma guerra nuclear.
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16 de Fevereiro de 2012 Ilan Pappe Foi assim que, submetido a um boicote de facto, me converti num pária dentro da minha própria universidade. Amigos e colegas cancelaram os convites para cursos e seminários que me tinham enviado antes de rebentar o caso Tantura, factos que punham a descoberto a brutal natureza da limpeza étnica realizada por Israel em 1948 e – o que era ainda mais importante – a sua estreita ligação com o processo de paz e qualquer possível solução do conflito.
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13 de Fevereiro de 2012 Dahr Jamail “Antes da invasão e ocupação do Iraque em 2003, todas as companhias petrolíferas norte-americanas e outras ocidentais estavam completamente impedidas de entrarem no mercado do petróleo do Iraque” disse à Al Jazeera, a analista da indústria do petróleo Antonia Juhasz. Mas devido à invasão e ocupação, as companhias estão agora de novo no Iraque e a produzir ali petróleo pela primeira vez, desde que foram obrigadas a sair do país em 1973”. 
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