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Última actualização desta página às 5:34, dia 7 de Março de 2010  Benjamim Netanyahu e Mahmoud Abbas, preparados para mais umas conversações sobre a Paz na Palestina. Em poucas palavras
Inglês do movimento anti-guerra foi condenado a 9 meses de cadeia6 de Março de 2010
Joe Glenton, um activista inglês do movimento anti-guerra, foi condenado a cumprir 9 meses de cadeia por se recusar a ir para a guerra do Afeganistão. Tony Blair e Gordon Brown andam em liberdade após terem invadido o Iraque ilegalmente, confessam que se sentem de consciência tranquila após terem provocado mais de um milhão de mortos iraquianos e de 15% da população do Iraque se ver obrigada a fugir para outros sítios do país ou a procurar refúgio nos países vizinhos.
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Nato admite que matou por engano 8 jovens no Afeganistão25 de Fevereiro de 2010
Segundo a revista Times, a Nato admitiu que foi um erro o raid nocturno da aviação, do qual resultou o massacre de 8 jovens, com idades entre os 12 e os 18 anos, todos membros da mesma família, em princípios de Janeiro na região Este do Afeganistão.
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Mais um professor universitário assassinado no Iraque24 de Fevereiro de 2010
Thamer Kamel Mohamed, Director do Departamento de Direitos Humanos do Ministério da Educação Superior, foi assassinado em Bagdad, elevando assim para 298 o número de professores universitários assassinados no Iraque desde o início da guerra de ocupação, em Março de 2003.
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Ultrapassaram um milhar o número de baixas dos EUA no Afeganistão23 de Fevereiro de 2010
O número de baixas sofridas pelos EUA no Afeganistão passou para os 1005, ultrapassando o milhar no dia 22. O número total das baixas, no conjunto das forças aliadas no terreno, é agora de 1661.
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Nato mata 33 civis no Afeganistão22 de Fevereiro de 2010
As agências internacionais noticiaram que, no dia 21 de Fevereiro, a aviação da Nato abriu fogo sobre 3 pequenos autocarros no sul do Afeganistão. Do ataque resultou a morte de 33 pessoas, todos civis, incluindo várias mulheres e crianças. (AFP)
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Cinco rockets sobre base militar no Iraque14 de Fevereiro de 2010
Segundo a Heyet, o aeroporto iraquiano de al Batira , usado como base militar pelo exército dos Eua no Iraque, foi atingido por 5 rockets, ferindo vários militares. O aeroporto fica situado 15 km a sul da cidade de al Ammara, na província de Misan.
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Agir é preciso!
Destaque
Dahr Jamail Há aproximadamente 96,000 militares norte-americanos no Iraque. De acordo com o actual plano do Presidente Obama, que é a continuação da política de George Bush no Iraque, a intenção anunciada é reduzir o número de militares no Iraque para 50,000 até 31 de Agosto. Os objectivos do governo dos EUA é manter pelo menos 50,000 militares no Iraque indefinidamente, como uma força dita de instrução das forças de segurança iraquianas. 
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Visor
6 de Março de 2010 De acordo com estimativas de prestigiadas instituições internacionais, a dominação do país já deve ter custado mais de um milhão de mortos. Segundo as Nações Unidas, em 2005 e 2006, os esquadrões da morte com ligações às novas autoridades iraquianas, e assim, directa ou indirectamente, com as forças de ocupação, assassinaram cerca de 100 iraquianos por dia. Oficialmente, os EUA ou as novas autoridades, mantêm detidos 40.000 iraquianos. O terror e a repressão são responsáveis pelo maior êxodo da história recente: segundo a ONU, desde o início da ocupação quase 5 milhões de iraquianos passaram a deslocados internos ou a refugiados no exterior. O Iraque é o país do mundo com maior número de pessoas que tiveram de abandonar as suas casas, um total de 16% da população, a mais alta percentagem do mundo. Para estes iraquianos o regresso às suas casas é inviável.

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Notícias
6 de Março de 2010
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5 de Março de 2010
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2 de Março de 2010
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23 de Fevereiro de 2010
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22 de Fevereiro de 2010
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14 de Fevereiro de 2010
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Depoimentos
3 de Março de 2010 Robert Fisk Nos territórios ocupados mais abastados, a burocracia de Israel está a obrigar os Palestinianos a deixarem os seus lares. Informação de Robert Fisk a partir de Jiftlik. A zona C não dá impressão de fazer mau agouro. Uma terra de montes cinzentos salpicados de pedras e vales verdes e macios, fazem parte dos destroços, do igualmente destroçado Acordo de Oslo, que constam dos 60% da Cisjordânia ocupada por Israel, que era suposto serem eventualmente entregues aos seus habitantes palestinianos. Mas olhando para as estatísticas e dando uma vista de olhos à pilha de ordens de demolições que se encontram na secretária de Abed Kasab, chefe do conselho da aldeia de Jiftlik, tudo faz lembrar uma limpeza étnica, via burocracia. Perversa pode ser a palavra adequada à papelada envolvida. Obscenos parecem ser os resultados.

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26 de Fevereiro de 2010 Voltairenet Mais de 1,2 milhões de iraquianos sofreram mortes violentas desde a invasão em 2003, de acordo com um estudo realizado pelo prestigiado instituto de pesquisa britânico Opinion Research Business (ORB). Os autores, Joshua Holland e Michael Schwartz, constataram que a versão oficial, pela qual a violência contra os iraquianos é principalmente exercida pelos próprios iraquianos e não por tropas estadunidenses, é rejeitada. No seu relatório de Outubro de 2006, os pesquisadores da revista The Lancet inquiriram iraquianos sobre a forma como os seus parentes tinham morrido e 56% destas mortes foram atribuídas à acção das forças de Estados Unidos e seus aliados. 
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20 de Fevereiro de 2010 Aljazeera.net “ Antes de 2003 havia problemas com a saúde, as infra-estruturas e os serviços públicos, e as pessoas morriam devido às sanções, mas depois de 2003 há maiores catástrofes” (Ahmed Rusdi, jornalista iraquiano) Tony Blair, o antigo primeiro-ministro Britânico, reafirmou a sua decisão de entrar na guerra do Iraque em 2003, dizendo que tomaria a mesma decisão de novo. Apesar das armas de destruição maciça nunca terem sido descobertas pelos inspectores das N.U, Blair disse que ficou convencido que Saddam tinha esse potencial. Centenas de manifestantes, incluindo companheiros contra a guerra e as famílias dos 179 soldados que morreram no Iraque, juntaram-se fora do edifício onde Blair estava a testemunhar. 
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15 de Fevereiro de 2010 Martin Chulov Mais de 40 localidades em todo o Iraque estão contaminadas com elevados níveis de radiações e dioxinas, devido a três décadas de guerra e à falta de cuidado que levaram à destruição do ambiente em muitas regiões do país, foi o que descobriu uma pesquisa oficial iraquiana. Áreas do interior ou nas imediações das maiores cidades e povoações do Iraque, incluindo Najaf, Bassorá e Faluja, representam cerca de 25% dos locais contaminados, que parecem coincidir com as comunidades que têm visto aumentar as taxas de cancro e defeitos de nascença ao longo dos últimos cinco anos.

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10 de Fevereiro de 2010 Tariq Ramadan É do conhecimento geral que os Palestinianos são há muito tempo, vítimas directas das políticas sem orientação, fracas e hipócritas dos dirigentes Árabes. É igualmente do conhecimento geral que o Estado de Israel não precisa de se esforçar para impor a sua visão, os seus métodos e objectivos. Dado o apoio dos Estados Unidos, o silêncio criminoso da Europa e a passividade complacente dos regimes Árabes, sabemos com o que podemos contar. A política externa da maior parte dos estados Árabes tem sido definida com bom rigor, por ‘pro-sionista’. A sua cobardia e deslealdade dá-se sem surpresa. 
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5 de Fevereiro de 2010 Dahr Jamail Com as atenções viradas para o Afeganistão porque a violência e o envolvimento das tropas norte americanas se intensificaram ali repentinamente, a ocupação do Iraque tem recebido nos últimos meses, a menor atenção de sempre, desde que se deu a invasão do Iraque, em 2003. No entanto, as eleições no Iraque marcadas primeiro para este mês, mas adiadas para 7 de Março, em vez de trazerem uma maior estabilidade a um Iraque destruído pela guerra, ameaçam agora reacender um barril de pólvora nas tensões políticas que fervilham há anos. 
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29 de Janeiro de 2010 Hussein Anwar Em 2006 houve uma estatística pelo canal Al Jazzera… 660 Palestinianos foram mortos durante 2006 e no mesmo ano foram mortos 3000 Iraquianos em cada semana. Em dez artigos sobre a Palestina encontra-se um ou nenhum sobre o Iraque. Porquê este Silêncio? PORQUÊ? E eu não me estou a dirigir aqui apenas aos Iraquianos… estou a dirigir-me mesmo aos Europeus ou a outros de outras nacionalidades que escrevem, assinam blogues e protestam contra o Crime e a Tirania; blogues, crónicas e protestos pela ajuda da humanidade. Porque é que vocês se calam sobre o Iraque? 
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20 de Janeiro de 2010 Layla Anwar Ocupado, devastado, destruído, o Iraque continua a ser uma prioridade, ainda mais assim, quando não vemos qualquer notícia dele, nem nos media convencionais nem nos ‘alternativos’. Mas este é outro assunto que terei de aprofundar com maior detalhe numa próxima carta, porque este SILÊNCIO à volta da causa do Iraque é em si mesmo criminoso. 
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15 de Janeiro de 2010 Paddy MacGuffin Segunda-feira marcou o oitavo aniversário dos primeiros internamentos no campo de concentração norte-americano na Baía de Guantanamo. Quase 200 prisioneiros continuam detidos na base apesar das promessas do Presidente Barack Obama de que a prisão seria encerrada no final deste mês. Para marcar a ocasião, a filha de 12 anos de Shaker Aamer, o último Britânico a estar detido em Gantanamo, foi segunda-feira à tarde entregar uma carta em Downing Street, para insistir junto de Gordon Brown que intensifique os esforços dos britânicos para o regresso do seu pai.

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5 de Janeiro de 2010 Akiva Eldar, Haaretz Correspondent Autoridades do governo em Jerusalém, criticaram duramente a Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança da União Europeia, Catherine Ashton, pelos seus comentários mordazes sobre a ocupação israelita no seu discurso inaugural. A estadista britânica, que também serviu como Comissária do Comércio da Comissão Europeia, disse que, na perspectiva da UE, ´Jerusalém Oriental é um território ocupado, juntamente com a Cisjordânia´. Ashton exigiu que Israel suspenda imediatamente o bloqueio à Faixa de Gaza, e reiterou que a União Europeia se oponha à existência do muro de separação na Cisjordânia, que implica despejos de palestinianos de suas casas em Jerusalém Oriental. 
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