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Última actualização desta página às 17:56, dia 28 de Junho de 2009  Cada ano cerca de 700 palestinianos com idades entre os 12 e os 17 anos são presos, imterrogados e julgados em tribunais militares israelitas. Muitos ficam presos.
Em poucas palavras
Tropas dos EUA matam mais um civil e ferem outro no Iraque25 de Junho de 2009
As forças americanas de ocupação no Iraque cometeram outro crime, a adicionar a sua longa lista negra,ao matar um civil inocente e ferindo outro, na província de Basra. O governo fantoche do Iraque confirmou o ataque dizendo: “Dois civis foram alvejados pelas forças americanas perto da base de Buca na província de Basra, tendo resultado num morto e outro ferido”.
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Colonos israelitas deitam fogo a casa de palestinianos22 de Junho de 2009
A 21 de Junho, um grupo de colonos israelitas deitaram fogo a uma casa onde dormiam 3 jovens palestinianos, em Yatta, a sul de Hebron. A casa costuma albergar voluntários internacionais e é um espaço de convívio durante o dia. Os três jovens conseguiram apagar o incêndio, ajudados por outros elementos da povoação. A casa pertencia a Muhammad Nasr Nawaj’ad e tinha cerca de 50 metros quadrados. A aldeia, junto ao colonato de Susia, que está a ficar rodeada de colonatos, outpost e bases do exército, costuma ser alvo de ataques e provocações por parte dos colonos e dos militares. Há dois meses, colonos lançaram um cocktail molotov a outra casa de palestinianos.
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Assassinado a tiro no Iraque um professor da universidade de Mossul17 de Junho de 2009
A 24 de Maio um grupo de homens armados fizeram uma emboscada e mataram um professor da universidade de Mossul, junto à sua casa, no distrito de al-Andalus. Desde o mês de Março já foram assassinados três professores desta universidade, entre eles uma professora da faculdade de Direito, no passado dia 21 de Abril. Eleva-se para 295 o número de professores universitários assassinados no Iraque desde o início da ocupação do país pelos EUA.
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Mais um palestiniano vítima do muro do apartheid8 de Junho de 2009
Yousef Akil Srour foi morto dia 5 de Junho em Nilin, na manifestação semanal contra a construção do muro do apartheid. Srour era uma presença habitual nestas manifestações que semanalmente juntam activistas de vários países com palestinaianos protestando contra a continuação da construção do muro, condenado pelo Tribunal Internacional de Justiça em 2004. Além dos vários hectares de terra agrícola que a povoação perde com a construção do muro, já havia ficado dividida em duas ao ser atravessada pela estrada 446, uma estrada só para israelitas que percorre a Palestina.
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Aumenta o número de mercenários no Iraque e Afganistão6 de Junho de 2009
De acordo com as estatísticas do Pentágono, com Barak Obama à frente dos EUA, o número de mercenários, chamados de pessoal de Segurança Privada Contratados, a trabalhar para o Departamento de Defesa no Iraque, aumentou em 23% no segundo trimestre de 2009 e no Afganistão o aumento foi de 29%. Segundo o relatório, há neste momento 132.610 mercenários no Iraque e 68.197 na Afganistão. Não é claro se nestes números estão incluídos os elementos da Blackwater e da sua sucessora Triple Canopy que trabalham para o Departamento do Estado. O número dos mercenários envolvidos nestas duas guerras deverá passar para os 242.657. Estas estatísticas constam de dois relatórios elaborados por Gary J. Motsek, da Secretaria de Estado da Defesa.
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Israel acaba com 30% da terra arável em Gaza6 de Junho de 2009
Aviões israelitas espalharam em finais de Maio milhares de panfletos em Gaza, avisando os palestinianos que numa zona de 300 metros ao longo de toda a fronteira correm o perigo de ser atingidos pelas suas forças de segurança. Mohammed al-Shattali, director da FAO em Gaza, diz que os soldados israelitas chegam a disparar contra cães e ovelhas. Com a destruição provocada pela guerra do início do ano e estas restrições, os palestinianos em Gaza perderam 30% dos seus terrenos agrícolas. Segundo activistas dos direitos humanos, desde 18 de Janeiro, foram atingidos 12 camponeses palestinianos, 3 dos quais mortalmente.
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Agir é preciso!
Destaque
Dahr Jamail Cerca de 20 soldados dos EUA foram mortos no Iraque em Maio, o maior número desde Setembro, a juntar a mais de 50 feridos. Como é habitual, o número de mortos e feridos iraquianos é dez vezes maior. Os ataques às forças norte-americanas estão novamente a aumentar em lugares como Bagdad e Fallujah, onde tradicionalmente, a resistência iraquiana era mais forte. Muitos dos membros da resistência iraquiana aderiram à Sahwa (Filhos do Iraque, também referidos como o movimento dos Conselhos do Despertar), e começaram a receber pagamentos dos militares norte-americanos para suster os ataques contra os ocupantes e juntarem-se à luta contra a al-Qaeda no Iraque. No início de Abril, escrevi uma coluna para este website que ilustrava como os ataques contra a Sahwa por parte do governo iraquiano e dos militares norte-americanos, juntamente com a quebra de promessa da Sahwa vir ou a ser incorporada no aparelho de segurança governamental, ou a serem distribuídos empregos civis, deveria conduzir a um êxodo da Sahwa e retorno à resistência. Devagar, mas sòlidamente, estamos a assistir a isso mesmo. 
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Visor
23 de Março de 2009 Completaram-se em 20 de Março seis anos sobre a invasão do Iraque. O balanço não podia ser mais desastroso: destruição física do país, desarticulação de todas as estruturas sociais, níveis de desemprego nunca vistos, pobreza generalizada, seis milhões de refugiados e deslocados, mais de um milhão de mortos. Mas nestes seis anos consolidou-se, também, uma tenaz resistência patriótica, armada e não armada. A sua acção inviabilizou os planos de domínio do Iraque pelos EUA. E contribuiu – a par das resistências populares no Líbano, na Palestina e no Afeganistão – para conduzir a aventura militar do imperialismo norte-americano a um beco sem saída em toda a região, desde o Médio Oriente às fronteiras do Paquistão. 
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Notícias
28 de Junho de 2009
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25 de Junho de 2009
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24 de Junho de 2009
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22 de Junho de 2009
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17 de Junho de 2009
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15 de Junho de 2009
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Depoimentos
17 de Junho de 2009 Frente Patriótica Nacionalista e Islâmica do Iraque Se Obama quer reparar e melhorar a imagem dos EUA depois da invasão e ocupação do Iraque deve reconhecer, clara e francamente, a da sua nação por tudo o que aquilo a que este país se viu submetido, quer o seu povo quer o Estado: as perdas humanas e materiais, a destruição da sua infra-estrutura e a obstrução do seu desenvolvimento cultural, científico e social durante os seis anos de submissão de todas as capacidades do Iraque por parte dos EUA. Além disso, o presidente Obama também afirmou que a situação do Iraque é agora melhor que antes da ocupação. E nós perguntamos: como se quantificam estes factos e qual é o critério de preferência? Durante todos estes anos de ocupação viveu o povo iraquiano uma ambiente de segurança? Pode uma família iraquiana viver sequer uma hora do dia ou da noite sob a vossa ocupação sem se preocupar pelos seus filhos?
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14 de Junho de 2009 Enrico Bartolomei, Centro de informação Alternativo Nós pensamos que só por si um indivíduo isolado não pode fazer muito pela política de um país. Acredito que Obama não trará mudanças significativas, pelo menos no que respeita a política externa estado-unidense. Nós falamos acerca de políticas institucionais, não de indivíduos. Sem dúvida que cada presidente, cada partido tem abordagens diferentes de como implementar a política externa e não haverá mais políticas loucas como as que o Bush levou a cabo, mas Obama não consegue mudar o sistema e as contradições estão dentro do próprio sistema - diz Khalida Jarrar, membro da Frente Popular de Libertação da Palestina e do Conselho Legislativo Palestiniano, em entrevista a Enrico Bartolomei 
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2 de Junho de 2009 Saddam Hussein Este discurso foi proferido por Saddam Hussein na reunião de Amã, ao mais alto nível, em 24 de Fevereiro 1990. Estiveram presentes os chefes de estado dos principais aliados árabes dos Estados Unidos: o presidente do Egipto e os reis da Jordânia e da Arábia Saudita. O presidente da Síria também estava presente. As propostas explosivas para a unidade Árabe contra o domínio EUA- Israel foi um brusco desafio para o imperialismo. Foi este discurso que fez o ponto de fusão para a agressão dos EUA – ONU, e não a crise no Kweit, que foi montada como resposta. (David Hungerford). 
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8 de Junho de 2009 Mohannad El-Khairy Em Israel, um dos governos mais reaccionários retomou a política do apartheid de Olmert; Benjamin Netanyahu à frente do que pode ser considerado simplesmente como uma administração fascista e claramente racista, formou com esse Avigdor Lieberman e Cª. a maioria num governo de coligação. Já em 2003, quando ocupava o cargo de Ministro dos Transportes no governo de Sharon, Lieberman declarou no Knesset (Assembleia) que todos os Palestinianos detidos nas prisões de Israel deveriam ser afogados. Suponho que foi o povo israelita quem falou. Entretanto, os dados demográficos são significativos. Cerca de 280,000 colonos judeus, que crescem a uma taxa de 5% ao ano, vivem na Cisjordânia, num local estratégico controlando mais de 2,5 milhões de palestinianos. Eles são protegidos pelas Forças de Ocupação Israelitas, consideradas ilegais desde há mais de 42 anos após a resolução 242 das Nações Unidas, que –no seu 1º ponto – apela à “ retirada das forças armadas israelitas dos territórios ocupados no recente conflito (de 1967)”. 
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17 de Maio de 2009 Randa Nabulsi, Delegada Geral da Palestina em Portugal A 29 de Novembro de 1947 as Nações Unidas aprovaram a Resolução 181 que recomendava a Partilha da Palestina histórica em um Estado israelita para menos de 20% de habitantes representados por colonos provenientes na sua maioria da Europa sobre 51% do território e um Estado palestino nos outros 49% para um milhão de Palestinianos. Esta divisão, apesar de demograficamente desigual, nunca chegou a efectuar-se. Entre a decisão de partilha e o dia 15 de Maio de 1948, dia oficial do fim do mandato britânico e a declaração do Estado de Israel, houve uma verdadeira guerra de limpeza étnica que foi relatada historicamente por inúmeros escritores e pensadores. 
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15 de Maio de 2009 AlArabiya.net Haj Mahmud Seida, de 78 anos, vestida com traje tradicional palestiniano, apoiava-se a dois rapazes e caminhava lentamente através da devastada aldeia palestiniana de Kafrain para comemorar a Nakba, ou Catástrofe, lamentando com milhares de pessoas, no desfile pela perda da terra e do Estado, no dia em que Israel celebra o seu nascimento. “Somos o povo natural desta terra. Vamos em desfile por solidariedade com a Palestina, a nossa pátria perdida. Recusamos celebrar a fundação de Israel, construída sobre o sangue e a terra dos Palestinianos que nunca esqueceremos” disse Seid à AlArabiya.net. 
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13 de Maio de 2009 Stephen Williams De 3 a 11 de Abril de 2002 o exército israelita bombardeou, invadiu e arrasou o campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia. No campo estavam registados 13.055 palestinianos, o número de mortes do lado palestiniano foi fixado em 60 e imensas casas foram destruídas por bombardeamentos e bulldozers. A 9 de Abril de 1948 em Deir Yassin, Sabra e Chatila em 1982, Qanã em 1996, Jenin em 2002, Gaza em 2008... 
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12 de Maio de 2009 John Pilger Grande parte da autoridade estabelecida odiava que Bush e Cheney expusessem e ameaçassem o avanço do ‘grande projecto’ da América, como lhe chama Henry Kissinger, criminoso de guerra e agora conselheiro de Obama. Em termos propagandísticos, Bush foi uma “marca do colapso” enquanto que Obama, com o seu sorriso ‘anúncio de pasta de dentes’ e virtuosos clichés, é uma Dádiva de Deus. De um golpe, ele afastou a grave dissidência interna quanto à guerra, e provocou lágrimas, desde Washington até Whitehall. Ele é o homem da BBC, o homem da CNN, o homem de Murdoch, o homem de Wall Street e o homem da CIA. Os loucos tiveram sucesso. 
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6 de Maio de 2009 Reham Alhesi Todos os anos no dia 17 de Abril, os Palestinianos comemoram o Dia dos Presos Políticos Palestinianos. No dia 17.04.1974 o primeiro preso político palestiniano, Mahmoud Baker Hijazi, foi libertado das prisões israelitas na primeira troca de prisioneiros com Israel. Naquele mesmo dia, o Conselho Nacional Palestiniano declarou o dia 17 de Abril como o dia de solidariedade com os presos políticos, a ser comemorado anualmente. Na Palestina Ocupada as prisões e detenções são tão vulgares como o nascer ou o pôr-do-sol. Não há praticamente nenhuma família que não tenha sido sujeita a uma detenção israelita, por um motivo ou por outro. Os Palestinianos são detidos sistematicamente, o que os torna o povo que sofre de mais detenções à face da terra. É difícil de calcular o número, mas há várias fontes que consideram que o número de Palestinianos presos ou detidos por Israel desde 1967, está acima de 750 000, que perfaz 20% do total da população nos Territórios Ocupados, e aproximadamente 40% do total da população do sexo masculino.
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4 de Maio de 2009 Mohammad Khatib, membro do Comité Popular de Bil’in contra o Muro e os Colonatos O nome dele era Basem, que quer dizer sorriso e era com um sorriso que ele cumprimentava toda a gente. Todos o chamavam de “Pheel”, que significa elefante, porque ele tinha o tamanho de um elefante. Mas Basem tinha também o coração de uma criança. Foi assassinado por militares israelitas, a 17 de Maio, na manifestação semanal em Bilin contra a construção do muro e os colonatos. 
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1 de Maio de 2009 Mário Tomé, coronel Muitos colaboram consciente ou inconscientemente no assassinato do direito internacional, mas também no assassínio da razão que tornam banais as notícias da barbárie e a própria barbárie. Aceitar ou colaborar na justificação, como acontece de forma mais ou menos ostensiva nos media, das guerras assassinas e destruidoras com base no resultado obtido, fora de qualquer apreciação de proporcionalidade, adequação e legalidade de meios, passa pelo assassinato não só do direito e da razão, mas da inteligência, do pensamento crítico. 
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